BGS 2018 l Jogamos Kingdom Hearts 3

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Um dos jogos mais aguardados, também foi um dos mais difíceis para se conseguir jogar na BGS. Após mais de uma hora na fila, finalmente consegui jogar Kingdom Hearts 3, no Xbox One X, que já trazia o seguinte slogan no stand da Microsoft: Roda melhor no Xbox . A Microsoft sempre fazendo questão de ressaltar que seu hardware é o mais poderoso da indústria e vai apresentar o melhor  visual diante da concorrente Sony.

A ansiedade aumentava enquanto eu observava outros jogadores testarem a demo que incluía dois mundos: The Olympus e Toy Factory. Infelizmente, eu só podia escolher um desses mundos para testar o jogo e foi na base da observação que resolvi optar pela Toy Factory. Sobre a demo The Olympus, posso dizer que há uma batalha épica contra uma titã do filme Hercules e usar especiais incríveis para eliminar esse boss parecia ser o mais atrativo dessa demo individual. No final, decidi o mundo de Toy Factory pelo desejo de ver Sora, Pateta e Donald interagirem com o universo do amado Toy Story. Nesse universo, assim como alguns outros já vistos na série, Sora e seus amigos apresentam um visual de brinquedo, com partes articuladas que o fazem encaixar no mundo como um outro estranho brinquedo para se misturar no quarto de Andy (o primeiro cenário da demo).

Sora versão Toy Story.

O primeiro momento mostra o xerife Woody, Buzz, Rex e o Porquinho falando sobre as estranhas criaturas que invadiram o quarto de Andy. De cima de uma cômoda, eles observam a primeira luta dos recém chegados Sora, Pateta e Donald. Já é fácil dizer que a mecânica do jogo deu uma melhorada incrível, mas ainda mantendo elementos já conhecidos da série. Há golpes especiais e armas que parecem fazer referência ao universo Disney, como o especial da xícara que coloca os personagens para atropelar seus adversários dentro de xícaras gigantes ou se transformar no navio do capitão gancho, tornando essas habilidades extremamente destrutivas. Os hearthless alteravam em visual, sendo os clássicos “coelhos negros” ainda presente na série. Novos inimigos com armaduras de brinquedo fazem sua primeira aparição. As opções de Atacar, usar magia e itens no game ainda estão presentes e os especiais são lançados ao encher uma barra de energia e apertar o botão X (versão Xone).

Um dos melhores universos possíveis chega em KIngdom Hearts 3.

É possível se movimentar de forma muito livre no cenário fora das batalhas, dando locais vastos para serem explorados. O enorme quarto de Andy escondiam baús e o jardim com a famosa rua foi fielmente recriado, trazendo um visual de emocionar qualquer fã da série ou mesmo do Toy Story. A fábrica de brinquedos (com sua primeira aparição no Toy Story 2) é o segundo e cenário final da demo. Com personagem Buzz na sua equipe (pasme, seu laser agora dispara de verdade) você é colocado em um confronto contra robôs “gigantes” de brinquedo. A surpresa vem em um gameplay diferente e que me surpreendeu bastante, Sora é colocado na armadura de um desses robôs e a perspectiva de batalha muda para primeira pessoa, te dando a sensação que está jogando algo como um Titanfall colorido. Nessa parte é preciso domínio nas competências de jogos FPS, apesar de não ser muito difícil, um vacilo aqui pode destruir seu mecha de brinquedo facilmente. Ao derrotar o boss, a demo acabava.

Mecha e a batalha na perspectiva FPS.

Kingdom Hearts 3 faz seu retorno bonito como nunca, principalmente após anos sem um título inédito na série nos consoles de mesa da atual geração. O salto gráfico é enorme e tudo está melhorado no que parece ser um franco candidato para melhor jogo da Brasil Game Show. Após adiamentos, finalmente poderemos jogar a nova parte da saga que estará disponível para Playstation 4 e Xbox One em 29 de Janeiro de 2019.

 

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