O “Hat-trick” de Chicago

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     Com tantas séries televisivas retornando das férias com suas novas temporadas, um “triplete” vem conquistando cada vez mais fãs e já voltou com força total: Os Chicago Fire, P.D., e Med. Mas, o que aconteceu das últimas temporadas para as novas que está chamando tanta atenção? Simples, a fórmula de seus roteiros. Agora, os produtores estão priorizando os conflitos internos nos quartéis generais e hospital, o que tem aumentado significantemente a audiência tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Dentro dos padrões da nova roteirização, existe agora um problema maior a ser resolvido pelos nossos heróis até o final da temporada, enquanto que a vida pessoal de cada um vai ficando como plano de fundo, mas sempre ligados à dificuldade central. Por exemplo, nas três séries há algum superior na hierarquia de comando que não deixa os protagonistas em paz, gerando todo um “mal-estar” no grupo.

Enquanto que nas temporadas passadas havia um enredo diferente em cada episódio e tudo se resolvia ali mesmo, deixando a curiosidade pro final, agora, não se sabe o que pode acontecer com o passar dos capítulos. Esse é o novo clima dado pela NBC para recuperar a audiência e não deixar que os Chicagos caiam no ostracismo e percam a graça. O investimento tem sido tão grande (e tem dado certo!) que até os pôsteres de divulgação são parecidos, algo que nunca aconteceu antes. Além disso, os episódios estão saindo ao mesmo tempo e logo de cara já tivemos um crossover simultâneo no segundo capítulo das três séries e o aparecimento aleatório dos personagens tem sido constante ao longo da temporada. Vale lembrar que no processo de reestruturação os Chicagos precisaram reciclar seu elenco, então, alguns ícones queridos acabaram saindo como a paramédica Gaby Dawson (Monica Raymund), o detetive Alvin Olinsky (Elias Koteas), e a doutora Sarah Reese (Rachel DiPillo). Mas, outros nomes estão chegando sem tirar o brilho da trama e novos romances (inesperados por sinal!) vêm surgindo. Se continuar nesse ritmo, surpresas inimagináveis ainda virão à tona e tomara que a nova receita continue dando certo para o nosso humilde deleite.

 

 

CHICAGO FIRE

Chegando na sua sétima temporada, a mais antiga da franquia, agora tem um comissário corrupto que deixou um representante no Batalhão 51 para atormentar a vida de todos, especialmente, a do Chefe Boden. Nesse ambiente amistoso (#sqn!) eles terão que atuar minuciosamente para não desrespeitar ordens superiores da hierarquia de comando e ao mesmo tempo fazer seus trabalhos bem feito.

 

 

 

CHICAGO P.D.

Iniciando a sexta temporada, há também uma comissária que tem “treta” com o Tenente Hank Voight. Nesse caso ainda há um diálogo para resolver algumas situações, mas o problema começa quando os próprios policiais da equipe começam a brigar entre si por conta da morte do colega Alvin Olinsky.

 

CHICAGO MED

Agora na sua quarta temporada, tem sido a menos expressiva da franquia em relação ao enredo, mas também possui uma superiora que manda e desmanda no orçamento e no comportamento dos médicos. Além desse ponto em comum com os outros Chicagos, temos agora estagiários que dificultam um pouco a vida dos protagonistas e o casamento de Will Halstead e Natallie Manning, que poderá nem chegar as vias de fato dado ao clima da trama.

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