Análise | Pétalas

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Doce, meiga e simples. Essa historia toca cada pessoa que a lê, ao menos que seja na última página, mas haverá algum tipo de comoção. Com apenas vinte anos na época, Gustavo Borge, junto com Cris Peter nas cores, criou uma história fantástica sem dizer ao menos uma palavra. Com uma ótima narrativa visual, os sentimentos pulam da página para conversar diretamente com leitor e mostrando que apesar de ter muitos sorrisos na trama, a vida é triste em vários momentos.

Triste e difícil de lidar. Uma historia rápida mas que fica na memória para sempre. Como se vê nesta resenha, já que a HQ foi lançada em 2015 e ainda tenho o mesmo sentimento de que quando a li pela primeira vez. O conjunto da obra a deixa impecável, a junção dos desenhos e da narrativa com as cores formam o que se vê hoje, sem pretensão nenhuma se tornou uma das melhores HQs de 2015. Concluindo com apenas uma palavra.

Leia.

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