Análise | Batman – Ano um

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Sou fã do Homem-morcego, do tipo que o conheceu de fato por inteiro nos quadrinhos apesar de ter sido impulsionado pelo icônico filme do Tim Burton, pra mim falar sobre ele nesse espaço me traz uma sensação muito boa, a de fazê-lo conhecer para mais pessoas (talvez). Tendo iniciado essa conversa, uma bela iniciação para esse complexo e intrigante personagem é sem dúvidas o título “Batman – Ano um”, que como o nome sugere, trata-se dos primeiros anos da escolha do Bruce Wayne como o vigilante de Gotham.

Podemos ver um Batman mais humano, no vigor e frescor de sua estreia nessa insana decisão de combater o crime, mas também vemos seus tropeços, deslizes, coisas próprias de um iniciante. O interessante é que a trama faz uma correlação entre as conquistas do Morcegão e o dia a dia do também quase estreante Gordon, que aqui ainda não é comissário, sua conduta de policial impecavelmente incorruptível o faz sofrer bastante nessa cidade que tem como corrupção algo tão comum.

Alguma semelhança com uma certa adaptação fantástica dos cinemas? Pois é, assim como outros clássicos dos quadrinhos do batman, a hq também foi fonte de inspiração para a visão do Nolan. Me senti realizado ao ver o universo denso de Gotham com o mote dos personagens todos ali muito bem representados na telona. E mais uma vez devemos esse clássico, essa aventura obrigatória e incrível, ao Sr. Frank Miller que é responsável por destrinchar lindamente as primeiras aventuras do Cavaleiro das trevas, com a arte não menos incrível de David Mazzucchelli.

“Batman – Ano um” é leitura obrigatória pra quem coleciona boas histórias em quadrinhos, e gosta de ver o sinal do morcego nos céus à noite.

Preço sugerido no site da Saraiva: R$ 26,00.

 

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